"Eu tenho saudades de tudo o que não vivi contigo".
Um sorriso não altera as milhentas palavras mal ditas, um beijo não apaga todas as feridas por cicatrizar. No entanto, uma palavra mal dada destrói indelicadamente todos os momentos vividos. Momentos sentidos.
terça-feira, 10 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Existem coisas que se sabe. Não é preciso perscurtar, indagar, pesquisar, muito menos perguntar. Simplesmente, sabe-se. Sente-se. Eu questionei (-te), na tentativa de uma contrariação da minha certeza. A resposta que me transmitiste foi pior que todos os meus receios. Não foram as palavras que me feriram, os sentimentos que me magoaram, os gestos que me despedaçaram: foi o silêncio que me mostrou a verdadeira gravidade da resposta. Eu sabia, sei-o agora, mas não queria que tal fosse. Via, e não acreditava. Sentia-o, principalmente, ou sentia a falta de tal. Mas arrisquei...
*A única certeza, agora, é a existência de todas as dúvidas sobre tudo que te inclui.
[Mas eu AMO-TE!]
*A única certeza, agora, é a existência de todas as dúvidas sobre tudo que te inclui.
[Mas eu AMO-TE!]
quinta-feira, 28 de abril de 2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
sábado, 9 de abril de 2011
Décimo dia
(uma confissão)
Foi tudo, sempre, tão verdadeiro, tão genuíno, tão marcante, que eu não queria, nem conseguia, deixar-te ir. Queria-te comigo sempre, e representaste uma parte muito significativa de mim, da minha história. Não podia mesmo deixar-te ir, ou tentei que não fosses, porque eu ia contigo. Sou, em grande parte, constituída por restos teus. Por pedaços de ti. E quando tu ias, sem saberes, eu ia também. Agora posso, guardei as partes de mim que são constituídas por partes de ti com enorme carinho. Consigo deixar-te ir, finalmente. E eu estou livre de todo este enredo que tanto me ocupou. Que sempre me apaixonou e cativou.
Foi tudo, sempre, tão verdadeiro, tão genuíno, tão marcante, que eu não queria, nem conseguia, deixar-te ir. Queria-te comigo sempre, e representaste uma parte muito significativa de mim, da minha história. Não podia mesmo deixar-te ir, ou tentei que não fosses, porque eu ia contigo. Sou, em grande parte, constituída por restos teus. Por pedaços de ti. E quando tu ias, sem saberes, eu ia também. Agora posso, guardei as partes de mim que são constituídas por partes de ti com enorme carinho. Consigo deixar-te ir, finalmente. E eu estou livre de todo este enredo que tanto me ocupou. Que sempre me apaixonou e cativou.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Nono dia
(Dois smileys que descrevem a tua vida agora)
:'(
:D
Dois constrantes. Dois causadores distintos, que em nada se realcionam. Contraditórios, diferentes. Dois sentimentos. Momentos, vivências. Flashes de uma vida.
:'(
:D
Dois constrantes. Dois causadores distintos, que em nada se realcionam. Contraditórios, diferentes. Dois sentimentos. Momentos, vivências. Flashes de uma vida.
domingo, 3 de abril de 2011
Sétimo dia
(Quatro coisas que tu nunca te esqueceste)
*Aqueles Verões (O rio, lembraste? Tudo o que se passou), aquelas noites, aquelas tardes, que me moldaram, que me reconstruiram, que me fizeram renascer. Já vai há tanto tempo [deixam tanta saudade]. Foram os meus melhores anos. Foste o meu melhor.
*Os sorrisos deles, os passeios só com eles, os jogos com eles, os abraços deles.
As palavras dela, os pedidos dele. Porque são os dois a minha vida. Os meus grandes amores.
As palavras dela, os pedidos dele. Porque são os dois a minha vida. Os meus grandes amores.*Todas as vezes que caí, que me levantei. As pessoas que estiveram comigo lá, que choraram comigo e por mim. Que me apoiaram, contra tudo e todos, até contra si. As desilusões, as alegrias, o que foi dito. Os momentos.
*Lamentavelmente, por ti, aquele fim-de-semana. Porque, para mim, foi inigualável. De uma intensidade profunda. Apesar de ter deteriorado tudo, de me ter definhado, de te ter afastado, estará sempre. Pelas melhores razões.
[Olho para trás com orgulho. É momento de deixar ir o que tem que ir. Mas não me arrependo. Nem poderia.] :)
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